
segunda-feira, 8 de junho de 2009
南京南京 Nanjing Nanjing by Lu Chuan
A melhor abordagem que já vi ao massacre de Nanjing feito por chineses. Aplausos!
sábado, 9 de maio de 2009
Red Cliff 赤壁
Aparentemente não há nada de errado com este filme. Toda a gente sabe quem foi Cao Cao, que governou parte do território chinês durante a dinastia Han, durante um período de particular divisão que ficou conhecido como Período dos Três Reinos e que este homem, o tal Cao Cao, governava a parte da China na altura denominada de Wei também conhecida por Cao Wei曹魏 e que ele é globalmente conhecido pelos chineses como alguém de particular crueldade, tipo um demónio (até existe a expressão em chinês ‘A falar no Diabo e o Diabo a aparecer’ em chinês fica ‘说曹操,曹操到了” que é substituir o nome de Diabo por Cao Cao), por outro lado, o seu génio na estratégia militar é altamente reverenciado. The Battle of Red Cliff, 赤壁之战, trata da altura durante a qual os outros dois reinos Shu蜀e Wu 吴, liderados por Liu Bei e Sun Quan se uniram para tentar derrubar o Cao Cao. O filme não tem uma total fidelidade histórica, ele é mais fiel à adaptação de uma passagem do romance dos Três Reinos escrito no século XIV, que conta a história de forma épica.
Não, na realidade, ninguém sabe de nada disto e não são os 10 segundos de breve explicação a nível de legendas que fazem as pessoas perceberem seja o que for de história da China quando nunca contactaram com ela. Ou seja, é normal que estes filmes históricos sejam confusos de se perceber aos olhos ocidentais e não tenhamos a falsa pretensão de que entendemos tudo. Eu sei, pois, eu tenho uma licenciatura na área! Ei, mas isto não significa nada, pois é, ups… Mas isso seria outro tópico. Continuando, como qualquer ultra produção chinesa dos últimos tempos, um filme que privilegia a fotografia de génio e um orçamento sumptuoso que possibilita a utilização de recursos de realização muito bons, sobretudo no que toca às coreografias bélicas, não pode fazer de uma produção destas um mau filme. No entanto, voltamos sempre às mesmas questões, a estética altamente cuidada que repetida depois do Zhang Yimou, do Ang Lee, etc, agora é a vez de John Woo e já se começam a criar lugares comuns que originalmente eram toques de génio. A mistificação de personagens históricas como semi-deuses; as cenas de sexo exótico de mística asiática que envolvem sempre o Tony Leung - ok, eu compreendo que ele tenha adquirido aquele charme dos filmes de Wong Kar Wai que o perpetuaram como o homem que continua sensual com o passar dos tempos, mas vá, já que as cenas são tão parecidas, pelo menos variemos os actores. Tudo isso são exemplos de coisas que com a repetição se tornam banalidades, o que é uma pena. Comercializarem o filme em mandarim também me perturba um bocado, ainda que sejam os próprios actores a dobrarem-se a si mesmos.
É um bom filme sim para quem gosta de Épico chinês mas não me parece necessário haver tanta frustração pelo facto do filme sair para a Europa apenas numa só edição (e não nas duas originais do realizador) até porque uma versão mais sucinta serve. Embora se fosse eu nesse lugar ficasse frustradíssima e tentasse ver o original,mas pronto, eu gosto de falar por falar… :)
Just Dance
Is it strange when a music reminds me the past, even if this past was like, four months ago?
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
Civismo
"Não há nada de mais relevante para fazer. Todos os dias acabamos por nos questionar que tipo de vida podemos levar estando num sítio ou noutro do mundo e quando nada parece ter limites, o sonho é tingido por uma espécie de pragmatismo ridículo. “Quanto mais discrepância social melhor”, pensamos. Porque já não há limites. Não há limites emocionais, não há geográficos, não há culturais. Não há mitos, não há medos. Talvez nunca nos atrevêssemos a ir para a Coreia do Norte, dizes, a rir. Onde está a nossa posição? Onde está a nossa dignidade.
Pela quinquagésima vez na mesma semana uma pessoa tenta meter-se à minha frente na mesma fila no mesmo restaurante. Um daqueles aos quais pelo menos 70% não pode aceder mas que nós consideramos barato e nem sequer somos pessoas com muito dinheiro. Quero dizer, eu não quero voltar a bater na mesma tecla. Claro que fico irritada, como assim não fico irritada? É a quinquagésima vez que me tentam passar à frente na mesma fila e eu já revi mentalmente as palavras que tenho que dizer caso esta pessoa se atreva a empurrar-me, já revi os tons e vou berrar e vou berrar muito se se atrever a passar à minha frente. E penso claro, são tão egoístas, como algum dia evoluir para algum tipo de civismo? Não se repreendem mutuamente quando mutuamente se passam à frente uns dos outros na fila, não repreendem a falta de civismo porque na próxima oportunidade eles próprios não terão civismo e sabem-no e porque repreender é aceitar um compromisso demasiado forte. E penso, há tanto tempo que já estou cá, há tanto tempo que estudo esta língua monossilábica recheada de homofonias e intersecções musicais e trabalho tanto com outras línguas que não a minha, que me esqueço, esqueço-me profundamente, como se escreve esta palavra?
E quando estudo e quando o meu estudo intersecta os sentidos mais ou menos profundos, mais ou menos específicos das necessidades de cada pessoa em cada lugar no mundo e suas ramificações, lembro-me dos que fizeram os esforços de aproximação cultural em nome da divulgação de uma salvação divina e que descobriram a profunda compreensão do outro pela renegação de si próprio e que não foi muito conveniente.
E penso em mim, quero eu salvar alguém ou alguma coisa ou também eu só me restrinjo ao meu sentimento egoísta de compreensão temporária de uma realidade que me entretém e me faz enriquecer a nível emotivo, como se o saber fosse uma colecção de coisas que uma vez adquiridas ficam expostas na estante da minha aura de pessoa culta e informada com currículo à espera de competir com a requerida violência nos mercados modernos da supremacia. Quem é mais ou menos egoísta para poder julgar? Pela quinquagésima vez na mesma fila do mesmo restaurante barato que afinal é caro sinto-me igualmente furiosa e igualmente superior e igualmente egoísta, como qualquer outra pessoa que se julga maior o suficiente para reclamar por civismo."
Pela quinquagésima vez na mesma semana uma pessoa tenta meter-se à minha frente na mesma fila no mesmo restaurante. Um daqueles aos quais pelo menos 70% não pode aceder mas que nós consideramos barato e nem sequer somos pessoas com muito dinheiro. Quero dizer, eu não quero voltar a bater na mesma tecla. Claro que fico irritada, como assim não fico irritada? É a quinquagésima vez que me tentam passar à frente na mesma fila e eu já revi mentalmente as palavras que tenho que dizer caso esta pessoa se atreva a empurrar-me, já revi os tons e vou berrar e vou berrar muito se se atrever a passar à minha frente. E penso claro, são tão egoístas, como algum dia evoluir para algum tipo de civismo? Não se repreendem mutuamente quando mutuamente se passam à frente uns dos outros na fila, não repreendem a falta de civismo porque na próxima oportunidade eles próprios não terão civismo e sabem-no e porque repreender é aceitar um compromisso demasiado forte. E penso, há tanto tempo que já estou cá, há tanto tempo que estudo esta língua monossilábica recheada de homofonias e intersecções musicais e trabalho tanto com outras línguas que não a minha, que me esqueço, esqueço-me profundamente, como se escreve esta palavra?
E quando estudo e quando o meu estudo intersecta os sentidos mais ou menos profundos, mais ou menos específicos das necessidades de cada pessoa em cada lugar no mundo e suas ramificações, lembro-me dos que fizeram os esforços de aproximação cultural em nome da divulgação de uma salvação divina e que descobriram a profunda compreensão do outro pela renegação de si próprio e que não foi muito conveniente.
E penso em mim, quero eu salvar alguém ou alguma coisa ou também eu só me restrinjo ao meu sentimento egoísta de compreensão temporária de uma realidade que me entretém e me faz enriquecer a nível emotivo, como se o saber fosse uma colecção de coisas que uma vez adquiridas ficam expostas na estante da minha aura de pessoa culta e informada com currículo à espera de competir com a requerida violência nos mercados modernos da supremacia. Quem é mais ou menos egoísta para poder julgar? Pela quinquagésima vez na mesma fila do mesmo restaurante barato que afinal é caro sinto-me igualmente furiosa e igualmente superior e igualmente egoísta, como qualquer outra pessoa que se julga maior o suficiente para reclamar por civismo."
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你那边几点?

Quem viaja para lugares longínquos nunca se despede completamente da sua hora local. A hora do meu computador mantém o fuso horário português, a hora no computador dos meus amigos chineses em Portugal mantinha o fuso horário chinês. Há questões pragmáticas, certamente. A necessidade de comunicar com quem está do outro lado e que tem que ter em conta a distância espácio-temporal. Mas há mais do que isso. Há na manutenção do horário local uma necessidade de recriar parte dessa realidade, é um reflexo da incapacidade de abandonar totalmente o local. Sentimos que a recriação temporal materializa parte do nosso ambiente de origem.
Este filme fala sobre isso. Quando Chen parte para Paris, compra a Lee, um vendedor de relógios de rua, um relógio que pertence ao próprio e que possui a funcionalidade de exibir duas horas em simultâneo, podendo assim manter a hora local de Taipei ao mesmo tempo que muda o relógio para a hora francesa. No pano de fundo entre uma mistura de química induzida entre o vendedor e a cliente e ao mesmo tempo o falecimento do pai de Lee, este pretende, a determinada altura, recriar o ambiente que estará a ser vivido por Chen do outro lado do mundo, ambicionando para isso mudar todos os relógios da cidade de Taipei para o horário local francês.
Não sei se foi pela proximidade da realidade chinesa que agora consigo compreender com outra clareza, para além do factor linguístico de não ver o filme senão na língua original, mas senti um envolvimento muito grande no filme e sei que parte disso se deve à representação naturalista de grande qualidade dos actores, para além dos planos, que apesar de bastante contemplativos, não me pareceram desperdiçar o seu sentido original. Um filme de Tsai Ming-liang蔡明亮 de 2001.
Este filme fala sobre isso. Quando Chen parte para Paris, compra a Lee, um vendedor de relógios de rua, um relógio que pertence ao próprio e que possui a funcionalidade de exibir duas horas em simultâneo, podendo assim manter a hora local de Taipei ao mesmo tempo que muda o relógio para a hora francesa. No pano de fundo entre uma mistura de química induzida entre o vendedor e a cliente e ao mesmo tempo o falecimento do pai de Lee, este pretende, a determinada altura, recriar o ambiente que estará a ser vivido por Chen do outro lado do mundo, ambicionando para isso mudar todos os relógios da cidade de Taipei para o horário local francês.
Não sei se foi pela proximidade da realidade chinesa que agora consigo compreender com outra clareza, para além do factor linguístico de não ver o filme senão na língua original, mas senti um envolvimento muito grande no filme e sei que parte disso se deve à representação naturalista de grande qualidade dos actores, para além dos planos, que apesar de bastante contemplativos, não me pareceram desperdiçar o seu sentido original. Um filme de Tsai Ming-liang蔡明亮 de 2001.
terça-feira, 28 de abril de 2009
China found a solution for pollution, huh?
....and it is something like "look at Lee Hom and and forget environment problems" :)
世界是舞台yo yo... lol
quarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Coisas que eu gosto de fazer...
...utilizar os alfabetos japoneses para escrever coisas que soam a insultuosas em português em cima das mesas dos alunos japoneses da minha turma.
えうそうんかぶらお。。。
えうそうんかぶらお。。。
terça-feira, 14 de abril de 2009
As terríveis Entidades do Hotmail (EH)
Depois de receber 20 newsletters iguais por dia da mesma associação de "Criatividade Pró-Ensino" (ou lá o que é...) Num momento de irritação mas também de algum humor, decidi testar a noção pré-concebida que possuia de que se ameaçando um português de alguma acusação seja a que autoridade ou pseudo-autoridade for, ele ganha medo e finalmente respeito. Então decido enviar o seguinte e-mail:
ESTÃO A POLUIR A MINHA CAIXA DE E-MAILS. PÁREM! OU SERÃO DENUNCIADOS ÀS ENTIDADES DO HOTMAIL."
Perante terrível ameaça que requer, claramente, a intervenção da direcção da associação em causa, recebo a seguinte resposta.
"Exma. Sra.,
Antes de mais pedimos desculpa pelo incómodo, de facto estamos a
enfrentar uma anomalia no envio da newsletter que afecta apenas alguns
mails que constam na nossa base de dados e pelo facto não conseguimos
identificar uma razão aparente para tal estar a suceder.
Presumimos que se refira ao facto de ter recebido a mesma newsletter
mais do que uma vez.
O CCPE não tem, como deve calcular, qualquer vantagem em enviar a mesma
informação de forma repetida. De qualquer modo a nossa newsletter está
de acordo com a Legislação Portuguesa sobre Comunicações Electrónicas
(Decreto-Lei nº 7/2004), poderá solicitar a remoção do seu endereço da
nossa base de dados, não sendo necessária denúncia alguma.
Cumprimentos,
A Direcção.
(....dados da direcção...)"
Pessoal... já sabem! Publicidade incómoda não solicitada DENUNCIEM-NOS ÁS ENTIDADES TEMÍVEIS DO HOTMAIL ou até PortugalMail, Gmail, Windows ou até a marca que está na t-shirt que comprei hoje 'xin yin song'.
Ai se o Hotmail soubesse o que andam estas pessoas a fazer por estas associações fora... espero bem que alguém tenha sido despedido e que não se atrevam a meter-se comigo que eu faço queixinhas às poderosas autoridades deste mundo!!!
"RE: Workshop de Canto
| De: | |
| Enviada: | terça-feira, 14 de abril de 2009 6:17:54 |
| Para: | contacto@....com.pt |
ESTÃO A POLUIR A MINHA CAIXA DE E-MAILS. PÁREM! OU SERÃO DENUNCIADOS ÀS ENTIDADES DO HOTMAIL."
Perante terrível ameaça que requer, claramente, a intervenção da direcção da associação em causa, recebo a seguinte resposta.
"Exma. Sra.,
Antes de mais pedimos desculpa pelo incómodo, de facto estamos a
enfrentar uma anomalia no envio da newsletter que afecta apenas alguns
mails que constam na nossa base de dados e pelo facto não conseguimos
identificar uma razão aparente para tal estar a suceder.
Presumimos que se refira ao facto de ter recebido a mesma newsletter
mais do que uma vez.
O CCPE não tem, como deve calcular, qualquer vantagem em enviar a mesma
informação de forma repetida. De qualquer modo a nossa newsletter está
de acordo com a Legislação Portuguesa sobre Comunicações Electrónicas
(Decreto-Lei nº 7/2004), poderá solicitar a remoção do seu endereço da
nossa base de dados, não sendo necessária denúncia alguma.
Cumprimentos,
A Direcção.
(....dados da direcção...)"
Pessoal... já sabem! Publicidade incómoda não solicitada DENUNCIEM-NOS ÁS ENTIDADES TEMÍVEIS DO HOTMAIL ou até PortugalMail, Gmail, Windows ou até a marca que está na t-shirt que comprei hoje 'xin yin song'.
Ai se o Hotmail soubesse o que andam estas pessoas a fazer por estas associações fora... espero bem que alguém tenha sido despedido e que não se atrevam a meter-se comigo que eu faço queixinhas às poderosas autoridades deste mundo!!!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
641乐队 - rock@天津
Não é que eu seja uma particular apreciadora de Death Metal mas se este rapaz repara em mim do palco durante o concerto e ainda me vem dar bolo de aniversário no final do espectáculo com um sorriso mais cute do que o de um membro dos Super Júnior (não, não é uma prática comum os concertos de metal na China terem bolo, é só que um dos membros da banda fazia anos ;P)... Ok, eu então nesse caso eu passo a gostar de Death Metal e também das músicas melosas do projecto romântico que eles se lembraram de fazer...
Actually, I'm enjoying my lao wai sex appeal! ;_; I don't want to go back to my country...
E a nível de produção músical em Tianjin não se pode dizer que haja melhor, portanto vamos prestar a estes jovens o devido respeito...

Actually, I'm enjoying my lao wai sex appeal! ;_; I don't want to go back to my country...
E a nível de produção músical em Tianjin não se pode dizer que haja melhor, portanto vamos prestar a estes jovens o devido respeito...
+álbum no facebook com fotos do concerto de sábado
+ouvir algumas músicas aqui
domingo, 5 de abril de 2009
Gake no ue no Ponyo
The plot is centered on a fish girl, or mermaid, who runs away from her home in the sea. She ends up stranded on the shore and is rescued by Sōsuke, a five year old boy who lives on a cliff. After taking a great liking to her, Sōsuke names her Ponyo and vows to protect her forever. Meanwhile, her father Fujimoto is looking for his daughter, upset that she ran away. He calls his wave demons to return Ponyo to him. Sōsuke is heartbroken by this, and goes home with his mother, Risa, who tries to cheer him up, but to no avail.
Ponyo and her father have a confrontation, where Ponyo refuses to let her father call her "Brünnhilde" and declares she is Ponyo, and voices her desire to become human, because she has started to fall in love with Sōsuke. Her father silences her with difficulty and goes to summon Ponyo's mother. Meanwhile, Ponyo, with the help of her sisters, breaks away from her father, and uses his magic to make herself human. This causes an imbalance in the world, which in turn results in a huge storm. Riding on the waves of the storm, Ponyo goes back to visit Sōsuke. Risa, Sōsuke, and Ponyo stay the night at Sōsuke's house, hoping the storm will be over, whereupon Risa leaves the house to check up on the residents of the nursing home she works at.
Granmammare, Ponyo's mother, arrives at Fujimoto's submarine. Fujimoto notices the moon has come out of its orbit and the satellites are falling like shooting stars. Granmammare declares that if Sōsuke and Ponyo pass a test, Ponyo can live as a human and the world order will be restored.
Sōsuke and Ponyo wake up to find that most of the land has been submerged. Risa has not come home yet, so with the help of Ponyo's magic, they make Sōsuke's toy boat life-size and set out to find Risa. While travelling they see ancient extinct fish swimming, such as the Gogonasus and Licosus.
After landing and finding Risa's empty car, Ponyo and Sōsuke go through a tunnel. There Ponyo loses her human form and resumes the form of a fish. Sōsuke and Ponyo are captured by Fujimoto and they safely arrive at the nursing home and meet Granmammare. Granmammare asks Sōsuke if he can love Ponyo even if she is a fish or mermaid. Sōsuke replies that he loves Ponyo in all forms. Granmammare then allows Ponyo to become human once Ponyo kisses Sōsuke on the surface.
Ponyo and her father have a confrontation, where Ponyo refuses to let her father call her "Brünnhilde" and declares she is Ponyo, and voices her desire to become human, because she has started to fall in love with Sōsuke. Her father silences her with difficulty and goes to summon Ponyo's mother. Meanwhile, Ponyo, with the help of her sisters, breaks away from her father, and uses his magic to make herself human. This causes an imbalance in the world, which in turn results in a huge storm. Riding on the waves of the storm, Ponyo goes back to visit Sōsuke. Risa, Sōsuke, and Ponyo stay the night at Sōsuke's house, hoping the storm will be over, whereupon Risa leaves the house to check up on the residents of the nursing home she works at.
Granmammare, Ponyo's mother, arrives at Fujimoto's submarine. Fujimoto notices the moon has come out of its orbit and the satellites are falling like shooting stars. Granmammare declares that if Sōsuke and Ponyo pass a test, Ponyo can live as a human and the world order will be restored.
Sōsuke and Ponyo wake up to find that most of the land has been submerged. Risa has not come home yet, so with the help of Ponyo's magic, they make Sōsuke's toy boat life-size and set out to find Risa. While travelling they see ancient extinct fish swimming, such as the Gogonasus and Licosus.
After landing and finding Risa's empty car, Ponyo and Sōsuke go through a tunnel. There Ponyo loses her human form and resumes the form of a fish. Sōsuke and Ponyo are captured by Fujimoto and they safely arrive at the nursing home and meet Granmammare. Granmammare asks Sōsuke if he can love Ponyo even if she is a fish or mermaid. Sōsuke replies that he loves Ponyo in all forms. Granmammare then allows Ponyo to become human once Ponyo kisses Sōsuke on the surface.
sábado, 4 de abril de 2009
[Cdrama]双城变奏


马来西亚姑娘唐音父母双亡,被中国父亲收养,在中国音乐学院学习小提琴。唐音与养父之子章乐青梅竹马,一起在音乐声中长大。在繁忙的学习、生活中,他们之间产生了爱情。一次偶然的机会,他们发现唐音在马来西亚还有一个双胞胎姐妹汀娜。经历了一件件既巧合又离奇的事情后,这一对情侣不仅爱情受到了严峻的考验,在音乐的追求上,也遇到了种种坎坷。最后,在他们锲而不舍的努力之下,事业大获成功,有情人也终成眷属。+...
terça-feira, 31 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
sábado, 28 de março de 2009
What looks like a stupid gaijin in Japan? ;)
Sense Of Japan - o programa do GAIJIN
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